quarta-feira, 31 de julho de 2013

O “facebook” se tornou tão banal que aparenta mais um site de varejo.

A todo o momento tem alguém vendendo alguma coisa. Vendendo felicidade, sonhos, vidas perfeitas, frases de alto-ajuda. E outros tentando comprar alegria, ou uma vida igual aquela “facebookada”... Essa rede se perdeu no caminho, talvez pela “inocência” das pessoas, que a todo o momento querem mostrar alguma coisa “boa” pra outras.
Isso aqui é tão interpessoal que vive de indiretas, “vou postar isso porque vai se encaixar perfeitamente pra ele (a)”. Cadê a verdade? Cadê o conteúdo relevante, que pode ser útil para acrescentar algo tangível na vida das pessoas? Tangível? Não tudo aqui é intangível! Temos acessibilidade a tudo, mas não tocamos em nada. Frases bonitas, ilusões de uma vida perfeita. Onde estão essas frases e esses momentos felizes na vida real? Em lugar nenhum, são como sonhos.
Vejo que algumas pessoas falam de forma negativa do BBB, mas o FB é a mesma coisa! Brigas, indiretas, frases feitas, mulheres perfeitas, homens fortes, exposição pessoal seja através de fotos ou pensamentos. Qual é a diferença? O BBB é como o Bial diz um programa que não acaba quando você desliga a TV. O mesmo aqui, a sua página não desliga enquanto você não esta, as coisas vão acontecendo e às vezes você nem se da conta que estão falando no seu nome, ou que estão postando uma foto que você nem lembrava que tinha.
São tantos estereótipos falsos, alguns compartilhando fotos de cachorros, mas na hora de cuidar de um não querem, outros compartilhando imagens chocantes de pessoas doentes ou que passam fome, mas na hora de fazer uma doação em dinheiro não fazem, nada disso aqui é real, nada disso aqui tem algum fundamento, são raras as pessoas que postam algo que realmente fazem no seu dia-a-dia, porque na verdade o dia-a-dia é chato, não é tão bonito assim, ninguém posta que hoje estudou história da arte,  papo chato ninguém vai curtir. Cultura é algo que poucas pessoas têm acesso infelizmente! Essa rede poderia ser utilizada pra isso, "vender" cultura, arte,conhecimentos, claro algumas pessoas o fazem, mas na linha contrária ao que de fato é maioria.
Já ouvi também frases como: “a vida de “fulano” é maravilhosa, sempre viajando, em baladas, com pessoas legais...” Como alguém sabe que a vida do outro é maravilhosa através de fotos? O que de real tem em uma imagem? Sorrir para foto até estátua sabe. É como quando alguém termina o namoro e começa postar fotos de baladas, de momentos felizes, mas no fundo, no olhar não existe felicidade alguma. Isso aqui é um varejo de “coisas” falsificadas.
Hoje consigo entender porque tanta gente é passada pra trás, as pessoas são tão “inocentes” a ponto de acreditar que a cada compartilhamento alguém vai ganhar 5 centavos do FB, ou que se você não compartilhar algo sua mãe vai morrer ou que fazem coisas que nós precisamos saber e não nos comunicam, enfim são vários os exemplos...Mas, por que tanta informação deixa as pessoas ainda mais desinformadas? Porque nenhuma dessas informações são de fato úteis, não tem tato, não tem olhar, não tem diálogo, não tem verdade!
E você esta vendendo o que? Vai continuar comprando coisas falsificadas?
Fernanda C. Gonçalves

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Misericórdia??



Pedir misericórdia de Deus é o mesmo que dizer que acredita,  mas não tem fé,  porque quem crê de verdade sabe que Deus também sofre tanto quanto seus filhos. Quem pede misericórdia esta intrinsecamente dizendo que Deus não esta vendo esse sofrimento, mas, na verdade ele não só vê como  sente, no entanto não interfere, pois essa foi a nossa escolha quando optamos pelo livre arbítrio e ele simplesmente respeita essa escolha. A dor que enfrentamos no plano terrestre fomos nós mesmos quem escolhemos como a única maneira de evoluir espiritualmente, só através da dor e do sofrimento conseguimos crescer.  Pode nos parecer injusto e sem explicação vermos crianças que já nascem sofrendo, mas será que Deus simplesmente disse: “Essas pessoas vão nascer e viver na miséria porque eu quero, não tenho motivo algum, simplesmente eu quero”.  O sofrimento do ser humano não é por acaso, Deus não escolhe aleatoriamente, quem sofre, quem vive bem, quem será rico, quem será pobre, simples assim. Não! Deus não faz isso, existe uma razão, uma causa, um efeito.  Sabemos que Deus é onipotente, mas, quando pedimos a sua misericórdia é porque acreditamos que ele seja onipotente pelo lado perverso!   A dor que a carne humana sente não é o que de veras importa, e sim o ESPÍRITO de quem esta passando por quaisquer sofrimentos, a carga que carrega um ser que passa por esses sofrimentos, o que tem por traz desse ser que hoje sofre, nós desconhecemos, mas, com certeza em outras oportunidades de vida terrestre esse espírito cometeu muitos erros, machucou e feriu muitas pessoas, esse espírito então encontrou na dor uma maneira de crescer. E apenas quando ele desencarnar e souber de fato os erros que já cometeu  vai entender porque sofreu tanto e vai se lembrar que ele mesmo escolheu essa forma de penitencia aos erros cometidos por seu espírito. Quando vemos um criminoso sair impune de um crime, quando vemos terroristas destruindo outras vidas, quando vemos historias terríveis como Hitler, achamos que eles saíram impunes, mas na verdade não, quem sabe a historia do espírito desse ser? Quem sabe o que ele fez pra hoje esta passando tudo isso? A justiça de Deus é muito mais severa do que a dos homens, e ela pode durar por muito mais tempo do que imaginamos.  Por isso não podemos culpar Deus,e até mesmo nos sentirmos culpados de não podermos fazer nada, pois não sabemos a causa e a razão disso, mas, ela existe não devemos acreditar que é por acaso que enfrentamos dificuldades e sofrimentos, achar que isso não tem motivo algum por traz é o mesmo que não acreditar em Deus. Se as pessoas estão passando por tais sofrimentos é porque o seu espírito PRECISA disso pra ser melhor um dia, esse ser escolheu assim.  Às vezes pode parecer complexo entender muitas coisas da vida, e por não conseguirmos optamos pelo caminho mais fácil que é o de culpar Deus ou simplesmente desacreditar dele! Eu sei que muitas pessoas irão desacreditar do que disse, ou até mesmo não entender a essência do que estou tentando falar, mas, essa é a minha verdade é o que eu acredito, eu não sou a dona da verdade pra afirmar nada, ou ir contra a crença de outros, não é essa minha intenção aqui. Mas, foi no Espiritismo que encontrei respostas concretas para tanto sofrimento, sem entrar no mérito de religiões. Acredito que Deus seja maravilhoso, e que ele não tem culpa de nada disso e sim ninguém mais além de nós mesmos.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Domingo de Sol...


Um lindo sol, montanhas e flores contemplando o seu brilho, da até pra sentir a força e o poder de Deus, a beleza do arco-íris depois da chuva de verão, o sol e a chuva brilhando juntos, é como o encontro do sol e da lua, dois astros literalmente iluminados. Os pássaros voando livre e sentindo a brisa do vento, os rios correndo em direção ao mar, seu grande amor. As nuvens se espalham pela imensidão do céu,  as arvores acompanhando a brisa ofegante e ao mesmo tempo tranquila do vento, a terra sustentando tudo isso, com sua firmeza aguenta as raízes das árvores, o calor do sol, o frio do inverno, as chuvas que deságuam sobre ela, ela sustenta tantas coisas sem pestanejar, com o tempo ela se cansa, mas continua firme.  Pelo exemplo da natureza me inspiro e procuro ter a leveza do vento, a firmeza da terra, a coragem e a força das águas, o calor do sol, o brilho da lua, a soberania e a calma das árvores, o perfume e a beleza das flores, a grandeza do universo, a imensidão do céu, a liberdade das aves e até mesmo a dureza das pedras... Está tudo ai ao nosso redor, é só nos inspirarmos nela... Cada qual com suas diferenças e qualidades, assim quem sabe um dia conseguiremos ser tão bons e perfeitos quanto toda a natureza... 

sábado, 7 de janeiro de 2012

Reflitam sobre as palavras que se seguem...

No primeiro dia de aula nosso professor se apresentou aos alunos e nos desafiou a que nos apresentássemos a alguém que não conhecêssemos ainda. Eu fiquei em pé para olhar ao redor quando uma mão suave tocou meu ombro. Olhei para trás e vi uma pequena senhora, velhinha e enrugada, sorrindo radiante para mim. Um sorriso lindo que iluminava todo o seu ser. Ela disse: “Hei, bonitão. Meu nome é Rose. Eu tenho oitenta e sete anos de idade. - Posso te dar um abraço?” Eu ri, e respondi entusiasticamente: - “É claro que pode!”. E ela me deu um gigantesco apertão. Não resisti e perguntei-lhe: - “Por que você está na faculdade em tão tenra e inocente idade?”, E ela respondeu brincalhona: - “Estou aqui para encontrar um marido rico, casar, ter um casal de filhos, e então me aposentar e viajar”. Eu disse: - “Está brincando”. Eu estava curioso em saber o que a havia motivado a entrar neste desafio com a sua idade, e ela disse: - “Eu sempre sonhei em ter um estudo universitário, e agora estou tendo um!”. Após a aula nós caminhamos para o prédio da união dos estudantes, e dividimos um milk-shake de chocolate. Nós nos tornamos amigos instantaneamente. Todos os dias nos próximos três anos teríamos aula juntos e falaríamos sem parar. Eu ficava sempre extasiado ouvindo aquela “máquina do tempo” compartilhar sua experiência e sabedoria comigo. No decurso de um ano, Rose tornou-se um ícone no campus, e fazia amigos facilmente, onde quer que fosse. Adorava vestir-se bem, e revelava-se na atenção que lhe davam os outros estudantes. Estava curtindo a vida! No fim do semestre convidamos Rose para falar no nosso banquete de futebol. Jamais esquecerei o que ela nos ensinou. Foi apresentada e se aproximou do podium. Quando começou a ler a sua fala, já preparada, deixou cair três, das cinco folhas, no chão. Frustrada e um pouco embaraçada, pegou o microfone e disse simplesmente: "Desculpem-me, eu estou tão nervosa! Eu não conseguirei colocar meus papéis em ordem de novo, então me deixem apenas falar para vocês sobre aquilo que eu sei”. Enquanto nós ríamos, ela limpou sua garganta e começou: ‘Nós não paramos de jogar porque ficamos velhos; nós nos tornamos velhos porque paramos de jogar. Existem somente quatro segredos para continuarmos jovens, felizes e conseguir sucesso. Primeiro, você precisa rir e encontrar humor em cada dia.Segundo, você precisa ter um sonho. Quando você perde seus sonhos, você morre. Nós temos tantas pessoas caminhando por aí que estão mortas e nem desconfiam!Terceiro, há uma enorme diferença entre envelhecer e crescer. Se você tem dezenove anos de idade e ficar deitado na cama por um ano inteiro, sem fazer nada de produtivo, você ficará com vinte anos. Se eu tenho oitenta e sete anos e ficar na cama por um ano e não fizer coisa alguma, eu ficarei com oitenta e oito anos. Qualquer um, mais cedo ou mais tarde ficará mais velho. Isso não exige talento nem habilidade, é uma conseqüência natural da vida. A idéia é crescer através das oportunidades.E, por último, não tenha remorsos. Os velhos geralmente não se arrependem por aquilo que fizeram, mas sim por aquelas coisas que deixaram de fazer. As únicas pessoas que têm medo da morte são aquelas que têm remorso’. Concluiu seu discurso cantando corajosamente “A Rosa”. Desafiou cada um de nós a estudar poesia e vivê-la em nossa vida diária. No fim do ano, Rose terminou o último semestre da faculdade que começara havia tantos anos. Uma semana depois da formatura, Rose morreu tranqüilamente em seu sono. Mais de dois mil alunos da faculdade foram ao seu funeral, em tributo à maravilhosa mulher que ensinou, mediante seu exemplo, que nunca é tarde demais para ser tudo aquilo que você pode provavelmente ser, se realmente desejar.
Lembre-se: - Envelhecer é inevitável, - Mas crescer é opcional.
Por Marco Tulio Michalick.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

FELICIDADE



Acredito que devemos nos exercitar em correr atrás da felicidade e transformá-la em um objetivo de vida. E podemos fazer isso tirando exemplos da natureza ao nosso redor, os animais não têm a capacidade que nós  temos de pensar e agir com a razão, mas eles parecem felizes pelo simples fato de estarem vivos. Não os vemos tensos e preocupados com o futuro ou com o que não têm. Eles nos levam a acreditar que a finalidade da vida é ser feliz e valorizar o fato de estar vivo. Nós, seres humanos, pelo dom da razão, somos levados a perturbações de nossa paz e a dificuldades. Porém da mesma forma que a razão nos cria dificuldade é com ela que contamos para superar esses contratempos. Precisamos usá-la para recriarmos uma relação de felicidade com a vida. É preciso lembrar que a felicidade repousa nas coisas mais simples, como a disposição de curtir cada um e todos os momentos da vida. A felicidade se manifesta na possibilidade de ver, ouvir, tocar amar e ser amado, cheirar, degustar, respirar percebendo o ar entrando e saindo de nós, sentir o coração bater momento a momento. Não é preciso ter nada, nem mesmo futuro, basta à consciência de estar vivo, a cada momento para usufruir a felicidade plena. Uma das condições importantes para se atingir a felicidade consiste em nunca permitir que as coisas que não temos, que não podemos ter ou que não devemos ter, estraguem a possibilidade de aproveitar as maravilhas que temos. Valorizar a felicidade nos ensina a ser felizes com o que temos sem permitir que a consciência de tudo o que está fora de nosso alcance nos impeça de viverccom alegria.
O que importa, na vida, não é perder tempo pensando no que está além de nossas possibilidades, mas fazer tudo para desfrutar do que é viável, sem ficarmos nos lamentando pelo que deixamos de obter. É assim que conseguimos realizar o propósito de alcançar a felicidade. Ela depende de nossa relação com nós mesmos e não do que acontece à nossa volta. Um dos melhores caminhos para chegar à felicidade consiste em despreocupar-se da necessidade de atingi-la. A melhor forma para isso é dedicar-se a fazer os outros felizes. A felicidade alheia sempre parece mais fácil do que a nossa. E quando conseguimos nos identificar com os outros e participar de seus sentimentos, à medida que os ajudamos a serem felizes trilhamos o caminho para o nosso próprio bem-estar. Quando atingimos o estado de felicidade, percebemos que ela não depende dos sucessos e realizações pessoais. Uma vez que nos tornamos felizes, nosso próximo passo será manter a felicidade. A melhor maneira de alimentar nossa felicidade é através da generosidade para com os outros. Muitas pessoas acreditam, e eu também, que a busca da felicidade é o significado mais importante para nossa existência. A felicidade existe, mas não do jeito que costumamos imaginar. Um dos segredos da felicidade está em nos satisfazermos com o que temos e não ficar desejando o impossível.Quem imagina que para ser feliz é necessário atender determinadas condições comoser rico, bonito, ter amigos, namorado (a), começa a criar barreiras que se interpõem entre ele e a felicidade. Outra questão importante no que se refere à felicidade esta na diferença entre felicidade e sofrimento. Dentro de uma situação de sofrimento podemos ainda assim continuar felizes. Sofrer faz parte inevitável da vida,  constantemente estamos passando por momentos de dor e aflição. Porém, a felicidade deve estar acima de tudo isso. Ser feliz não exige que se viva uma situação de ausência de sofrimento e de dificuldades. Ao contrário, seremos mais felizes se soubermos que nossa estrutura emocional nos capacita à enfrentar a dor sem perder a alegria de viver e mantendo a capacidade de nos encantarmos com as maravilhas da vida.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

O que você espera da vida é a vida que você espera.

Li há algum tempo em algum lugar...

"A vida não é um placar. O importante não é quantas pessoas telefonam para você, nem com quem você saiu ou está saindo. Também não importa se você nunca namorou ninguém. O importante não é quem você beijou, que menino ou menina gosta de você. O importante não são os sapatos, nem seus cabelos, nem a cor da sua pele,nem onde você mora, que esporte pratica ou o colégio que freqüenta. Na verdade,o importante não são suas notas, seu dinheiro, suas roupas ou se passou ou não para a faculdade. Na vida, o importante não é ser aceito ou não pelos outros,não é ter muitos amigos ou estar sozinho. Na vida, nada disso é importante.
Oimportante na vida é quem você ama e quem você fere. É como você se sente emrelação a você mesmo. É confiança, felicidade e compaixão. É ficar do lado dosamigos e substituir o ódio por amor. O importante na vida é evitar a inveja,não querer o mal dos outros, superar a ignorância e construir a confiança. É oque você diz e o significado de suas palavras. É gostar das pessoas pelo queelas são e não pelo que elas têm. Acima de tudo, é escolher usar sua vida paratocar a vida de outra pessoa de um jeito que a fará mais feliz. O importante navida são as escolhas."

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Existe muito mais entre o céu e o mar do que podemos enxergar.


Pra quem acha que conhece tudo e já viu de tudo nessa vida, um dia nota que na verdade nunca soube de nada. Deus com apenas um sopro destrói toda a humanidade, quem somos nós perante a inteligência do criador.

Durante toda a vida passamos querendo entender as várias coisas que pra nós são mistérios, acreditar que surgimos do nada, que toda a criação surgiu sem querer, é burrice, nossa estupidez às vezes é tão grande que nos é colocada um venda que nos impede de enxergar a realidade, tudo por medo de ter a certeza que existe algo muito mais forte e poderoso de que qualquer bomba nuclear.

Às vezes ficamos sem entender por que tantos desastres acontecem, tantas catástrofes, mas esquecemos da nossa escolha, o livre-arbítrio nos da oportunidade de escolher entre o bem e mal, e são muitos aqueles que optam pela maldade, e depois as pessoas vem culpar o meu amigo Deus.

Segundo “O Livro dos Espíritos” de Allan Kardec, Deus é a inteligência suprema, causa primaria de todas as coisas. Deus é infinito? Pode-se dizer que é uma definição incompleta. Pobreza da linguagem dos homens, que é insuficiente para definir as coisas que estão acima da sua inteligência.

Para acreditar em Deus, basta ao homem lançar os olhos sobre as obras da criação. O universo existe, portanto ele tem uma causa. Duvidar da existência de Deus seria negar que todo efeito tem uma causa e admitir que o nada pudesse fazer alguma coisa.

Que conclusão podemos tirar do sentimento intuitivo que todos os homens trazem em si mesmo da existência de Deus? A de que Deus existe; de onde lhes viria esse sentimento se repousasse sobre o nada?!